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quarta-feira, 3 de maio de 2017

Álbuns que mudaram o mundo - October Rust


Pode não ter mudado o mundo mas terá mudado a minha vida. 
Lembro-me de ter o álbum original emprestado durante vários meses em casa, tendo-se tornado no soundtrack de um período especial e por isso mesmo um dos álbuns que sem dúvida mais gostaria de voltar a adicionar à minha colecção.






sexta-feira, 28 de abril de 2017

the true mayhem

Finalmente, pela primeira vez no nosso país. 
O acto mais aguardado desta vigésima edição do SWR Barroselas Metal Fest irá ser sem dúvida o da polémica banda norueguesa que deu origem à tão propagada "2ª vaga" do Black Metal. 

"Those crazy norwegians..." 




sábado, 15 de abril de 2017

Páscoa

À "6ªfeira Santa" que supostamente representaria o dia da morte e julgamento de Cristo chama-se Páscoa que advém do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα. Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data a que os judeus associam à libertação e fuga de seu povo escravizado no Egipto.



A palavra Páscoa advém, exactamente do nome em hebraico pela festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum nas celebrações pagãs (passagem do Inverno para a Primavera) e judaicas (da escravatura no Egipto para a liberdade na Terra prometida).


Pelo equinócio da primavera, celebra-se a Ostara, igualmente conhecida como Eostre (Deusa Anglo-Saxónica, que significa Deusa da Aurora) ou Easter a deusa que simboliza a primavera, a ressurreição e o renascimento e as lebres e os ovos pintados com runas eram nem mais que os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e não o coelho) era o seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando-o através das entranhas de uma lebre sacrificada.







terça-feira, 11 de abril de 2017

Álbuns que mudaram o mundo - The Velvet Underground & Nico

Penso que é inegável a importância do ano de 1967 na história da música. Are you Experienced?!, John Wesley Harding, Easter Everywhere, Sg.Pepper Lonely Hearts Club Band,Their Satanic Majestic Requests,The Piper at the Gates of Dawn, Forever Changes, Strange Days, Surrealistic Pillow e poderíamos continuar aqui por horas a fio a discutir álbuns marcantes e imprescindíveis na evolução da musica moderna publicados só nesse mesmo ano. 
Mas talvez o mais marcante de todos, por ser o que mais fugia dos padrões da música mais convencional e radiofónica desses dias terá sido o The Velvet Underground & Nico um lançamento inovador de uma banda de misfits artísticos de Nova York e comercializados pelos caprichos criativos de uma das figuras mais emblemáticas da sua época: Andy Warhol. Os Velvet fugiam de todo ao padrão do "Summer of Love" da costa californiana. Os sons sombrios e as letras urbano/decadentes eram como que alguém terá mesmo descrito a badtrip desse "flower/power". E o que se tornaria entre nós conhecido como Velvet Underground começou em 1964, quando Reed conheceu o instrumentista experimental John Cale e formou uma banda chamada The Primitives. Com Reed na guitarra e Cale em praticamente tudo o resto, eles adicionam o guitarrista Sterling Morrison e o percussionista Angus Maclise. Depois de um curto período como The Falling Spikes, o quarteto se passou a denominar de "The Velvet Underground", titulo de um livro de Michael Leigh sobre a subcultura sexual na década de 1960. Quando Maclise resolve abandonar o grupo mesmo antes do primeiro concerto da banda, Maureen Tucker entra para tocar bateria. Com a abordagem única de Tucker, o som clássico dos Velvet Underground começaria assim a revelar-se. Andy Warhol tornar-se-ia gerente da banda e convidaria a actriz alemã Christa Päffgen (mundialmente conhecida como Nico) para a banda. Por sua vez grupo tornar-se-ia parte integrante de um dos mais importantes happenings artísticos da Pop Art sobre a curadoria do Andy Warhol, o Exploding Plastic Inevitable. Warhol seria também o responsável pelo design da capa do álbum que conta com a participação de Nico em várias músicas, nomeadamente "Femme Fatale", "All Tomorrow's Parties" e "I'll Be Your Mirror". Por muitos considerarem o álbum mais influente de sempre, fez recentemente 50 anos que viu a luz do dia e era igualmente um álbum imprescindível para esta rubrica. 






Recomendação Cinematográfica - Une Femme Coquette (1955)

Baseado num conto de Guy de Maupassant, Une Femme Coquette é a primeira de quatro curtas-metragens feitas por Jean-Luc Godard e ficou disponível recentemente online no Youtube.
O realizador que ainda assinava aqui como Hans Lucas tem uma breve aparição na mesma, fazendo assim lembrar Hitchcock.






A história narra as desventuras de uma "mulher sedutora" que depois de visualizar uma prostituta seduzir a personagem de Godard se sente tentada a fazer o mesmo a um homem sentado num banco de jardim. Importante por ser o primeiro registo do lendário realizador francês não deixa no entanto de ser igualmente interessante a nível estético.

domingo, 9 de abril de 2017

night shifts - wrathchild

Ainda numa de revivalismos, "Killers" dos Iron Maiden foi um álbum fundamental para começar a gostar de metal durante a minha adolescência.








Night Shifts - Suicidal Tendencies

Hoje fui dar com a K7 aonde tinha o primeiro álbum de Suicidal Tendencies (de 1983) gravado. 
A rodar desde os 13 anos de idade.