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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Carnaval com Caetano

É Carnaval.
E Carnaval é Brasil.
E o que seria do Brasil sem Caetano Veloso.

"My name is green wave death, salt
South America's my name..."


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Night Shifts - Stoner

Ainda na sequência do post anterior, creio que o melhor exemplo de metal com influências lisérgicas será por exemplo o Stoner. Com a devida vénia ao "deus" Tony Iommi sempre presente, podemos encontrar algumas variantes no Stoner/Rock de Uncle Acid & Dead Beats, Sleep ou Electric Wizard ou no mais arrastado e pesado, conhecido como Stoner/Doom ou apenas Doom Metal em que os holandeses Celestial Season, os suecos Candlemass ou os britânicos Cathedral (de Lee Dorian, vocalista nos primeiros dois álbuns de Napalm Death) poderão servir de exemplos.










Por estes lados o Sonic Blast em Moledo solidificou-se como o melhor festival do género. Assisti à primeira edição deste festival (ou edição 0 como preferirem) em 2011. Regressava de Paredes de Coura e encontrava-me no litoral minhoto a passar uns dias enquanto esperava para ver no extrato o meu último ordenado e assim poder voltar para Algarve. Depois de uma noite a dormir no apeadeiro de Vila Praia de Âncora, recebo no dia 26, depois de ir à praia de Moledo, num dos bares perto da praia descubro no proprio dia um cartaz do (ainda somente) concerto.Passado alguns dias, por sua vez deslocaria me a um outro festival, este situado na praia fluvial de Barco (a uns bons 10 kms de Guimarães) para assistir aos suecos Katatonia e a uns espanhóis com o nome de Triangulo de Amor Bizarro (que apesar do nome, soavam mais a Yeah Yeah Yeah's e outras cenas Indie que eram muito faladas na altura do que exactamente a New Order) O Sonic Blast cresceu a olhos vistos desde então e este ano voltam a ter um cartaz que promete. Com Orange Goblin, Kadavar e os japoneses Kikagaku Moyo que fogem um bocado a este estilo, mas que por mim sempre serão bem-vindos ao nosso país.




















domingo, 26 de fevereiro de 2017

Night Shifts - alcest (shoegaze e metal)

A prova viva que Shoegaze e Metal conseguem ser compatíveis.
Franceses de Avignon, os Alcest para além de terem um universo muito próprio são um pouco como se alguém tivesse pegado na essência dos Slowdive e os tivesse colocado na misturadora com Ulver antigo, Opeth e In the Woods.
Só faltava mesmo encontrar uma banda que consiga juntar Metal e o Psicadelismo da mesma forma. 
Confesso que era (embora ainda de uma forma inconsciente e primitiva) algo que gostava ter conseguido fazer durante a adolescência.




Fico com a impressão de como Metal e o Psicadelismo pode sempre soar bem,cada vez que escuto a versão da Interstellar Overdrive dos Melvins (feita igualmente pelos canadianos Voivod) 

*Convém no entanto esclarecer que hoje em dia já existem bandas como por exemplo os Oranssi Pazuzu que eram quase impensáveis existir durante os meus anos de adolescente.
  

No entanto a textura de alguns albuns iniciais de Pink Floyd, em determinadas alturas a mim por vezes me soa obsoleta, ao contrário de alguns dos seus albuns década de 70, com mais textura e harmonia, um pouco talvez a consequencia de várias influencias que se foram impondo durante essa década, desde o German Kraut, aos gregos Aphrodite's Child (uma banda brilhante de excelentes musicos que nunca terá tido o devido reconhecimento) já por exemplo Hawkwind, foi uma banda que sempre tive sempre dificuldades em saber apreciar, isto apesar de ter-los visto ao vivo no Reverence.
No sentido oposto ao progressivo dos Pink Floyd, por exemplo, existe o minimalismo dos britânicos Spacemen 3 que apesar de repetitivo até quase à exaustão, se torna igualmente "easy listening" e meditativo.
Uma verdadeira ode ao minimalismo e à simplicidade de processos, no seu livro o antigo baixista Will Carruthers explica-nos como esse processo por vezes consistia em tocar o mesmo acorde repetitivamente durante varios minutos, muito provavelmente sobre o efeito de opiáceos, criando assim um estado hipnótico permanente e quase geral, entre performers e plateia.















quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Night Shifts - My Black Sabbath


Dias depois de terem terminado a ultima tournée das suas carreias com um concerto na Birmingham natal, eis o aniversário do primeiro álbum da banda. Ontem fez precisamente 47 anos que o metal nasceu.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Recomendação cinematográfica - Na Via Láctea

De novo aqui no Blog em jeito de celebração pelo regresso de Kusturica aos bons filmes. 
Após uma (demasiado) longa fase de desinspiração e marasmo esse parece ter retornado à sua linguagem cinematográfica que o caracterizou em tempos áureos. 
Agora uma dúvida de natureza linguística, creio que Kusturiça pronuncia-se assim mesmo...com ç assedilhado (pronúncia dos Balcãs). 
E Na Via Láctea pronunciar-se-á certamente da mesma maneira que Underground ou Gato Preto, Gato Branco.